09/01/2017 às 11h01min - Atualizada em 09/01/2017 às 11h01min

Maranhão é o senador paraibano mais ausente às sessões em 2016, aponta levantamento

Com informações do Congresso em Foco

O senador José Maranhão (PMDB) foi o paraibano que mais teve faltas registradas no Senado Federal no ano de 2016. Das 91 sessões deliberativas realizadas entre o início de fevereiro e 8 de dezembro, o parlamentar compareceu a 74 sessões, justificou 12 faltas e deixou outras cinco sem justificativas, totalizando 17 ausências no ano. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (09) e ressalta que, após essa data, o Senado realizou outras duas reuniões reservadas a votação, mas os dados não estavam disponíveis até o final do levantamento.

Em segundo na lista, o senador Raimundo Lira (PMDB) aparece com 86 presenças e cinco faltas não justificadas. Vale lembrar que, no ano passado, o peemedebista foi presidente da Comissão do Impeachment do Congresso Nacional – que julgou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) por crimes de responsabilidade fiscal – realizando várias sessões em conjunto com a Câmara dos Deputados. Mesmo assim, o senador não justificou nenhuma das ausências.

Para o tucano Cássio Cunha Lima, o levantamento levou em conta 71 sessões deliberativas, uma vez que o líder do PSDB na Casa tirou licença de 122 dias em 8 de setembro. Do total, Cássio compareceu a 68 sessões e faltou a três, tendo justificado todas. Para o primeiro suplente da chapa, o empresário José Gonzaga Sobrinho – Deca (PSDB), que assumiu o cargo em seguida, foram consideradas 24 sessões, tendo o parlamentar comparecido a 22 e faltado a duas.

Confira a relação completa da assiduidade dos senadores

Outro paraibano citado no levantamento é Lindbergh Farias (PT). Senado pelo Rio de Janeiro, o petista teve 84 presenças registradas, seis faltas justificadas e uma não justificada, totalizando sete ausências. Ao todo, nas 91 sessões contabilizadas, os senadores acumularam 883 faltas, o que representa um índice de 14%, percentual equivalente ao contabilizado em 2015. Dessas, 656 foram justificadas – ou seja, de 74%, apenas 2% a menos que no ano anterior. As outras 232 não tiveram qualquer tipo de explicação dos parlamentares.

 

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