O médico e pré-candidato a prefeito de Sousa, Gilberto Sarmento (União Brasil), contou à TV Diário do Sertão que não foi possível a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) realizar um estudo técnico de viabilidade para projeto de saneamento e abastecimento de água no município porque, segundo ele, o DAESA (Departamento de Água, Esgotos e Saneamento Ambiental de Sousa) funciona “clandestinamente” por falta de registro na Sudema (Superintendência de Administração do Meio Ambiente).

O médico disse que esteve em Brasília recentemente tratando do assunto com a direção da Codevasf, mas o estudo não pôde acontecer. “Não foi possível porque o DAESA funciona clandestinamente, não tem autorga, não tem o registro junto à Sudema”, falou.

“O maior projeto nosso é colocar água em todas as torneiras da cidade de Sousa. Não só água, mas também saúde de qualidade para todos. A cidade está imunda. É um descaso, um desgoverno esse final de 2024”, completou.

Fundado em 2006, o DAESA é um orgão municipalizado responsável pela distribuição de água em Sousa. No entanto, é a Cagepa (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba) que realiza a capitação nos açudes e o tratamento. O DAESA é responsável pela distribuição, mas a população reclama da prestação desse serviço e dos racionamentos executados pelo órgão municipal, que já acumula uma dívida milionária junto à Cagepa e responde na Justiça a um processo para quitá-la.

O Diário do Sertão tentou contato com o diretor do DAESA por telefone, mas as chamadas não foram atendidas. Deixamos mensagens, elas foram visualizadas, mas até o horário desta publicação ele não havia respondido.

DIÁRIO DO SERTÃO


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Diário do Sertão

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